segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Deutsch Humor ... Humor alemão...



Übersetzen und verstehen ... lacht


Grrrrrrr...  :))







Ela, com a moedinha: eu desejo inteligência, raciocínio lógico, dirigir bem... (algo assim) e.... poof!   Machista ao extremo quem fez a piada... mas gostei.  Humor alemão... 

domingo, 9 de dezembro de 2012

Pneus no fundo do mar - E.U.A.; pneus sur le fond marin - USA; tires on the seabed - USA



Há alguns anos, ao tomar contato com esse assunto a reação foi de assombro. Na época, envolvida com várias atividades, não pude aprofundar a pesquisa. É o que farei agora, recorrendo a sites confiáveis no google. Veja a evolução da notícia: 




"No início da década de 1970, uma proposta sancionada pelo governo da Flórida, nos Estados Unidos, queria criar um recife artificial para atrair peixes à região do condado de Broward de uma maneira, no mínimo, criativa: despejar centenas de milhares de pneus usados no mar. Em um único dia, mais de cem barcos pesqueiros participaram do projeto, e estima-se que entre um e dois milhões de pneus descansam no solo marítimo, ocupando uma região de cerca de 35 acres.
Não deu certo. E agora é preciso tirar os cerca de um milhão de pneus do fundo do mar. Um projeto idealizado em parceria entre a Marinha americana, o Departamento do Condado de Broward, o Departamento de Proteção Ambiental da Flórida e da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica pretende dar conta do serviço.
Naquela ocasião, não só o recife não foi criado, já que as redes que seguravam os pneus se romperam, mas os objetos acabaram se espalhando pelo mar e danificando o ecossistema local: o recife natural que ficava próximo ao local acabou destruído, e os peixes que lá se protegiam tiveram que sair. O problema ambiental acabou se tornando um dos mais bizarros e intratáveis do sul da Flórida - até agora.
Depois que a idéia fracassou, vários planos de resgatar a sucata foram elaborados, mas nenhum teve tanto apoio quanto o atual, idealizado por Will Nuckols, da Costal American, agência governamental que cria parcerias entre o exército e causas sociais - nesse caso, ambiental.
Mergulhadores da unidade de Virgínia da Marinha, que costumam resgatar navios afundados e limpar portos, já começaram a avaliar a viabilidade do projeto e, segundo o oficial da Marinha Daniel Mikulski, esse é um treinamento ideal para seus militares. "Esses são mergulhos de profundidade. Eles requerem muita resistência e demandam muito treinamento para serem executados com segurança", afirmou ao jornal local Sun Sentinel." (24.08.2006) 
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI1104538-EI6580,00-EUA+querem+tirar+um+milhao+de+pneus+do+mar.html


Outra matéria sobre mesmo assunto:
"Zona Morta- é assim que os biólogos marinhos chamam esta parte do oceano. Poucos sinais de vida num mar sem fim de borracha.

2 milhões de pneus foram jogados nesta parte na costa da Flórida, nos Estados Unidos, durante os anos 70. A ação fazia parte de um programa que propunha reciclar borrachas no fundo do mar, criando recifes de corais com os pneus, O resultado da idéia foi um desastre ecológico. Os corais que deveriam crescer na borracha não só deram errado, como também mataram boa parte da vida marinha no local. Agora não há quase nada. Tudo que está debaixo dos pneus foi morto, esmagado ou sufocado por eles, dizem os especialistas.

Os pneus foram levados pelas correntes marinhas e se espalharam durante as últimas três décadas.


Um esforço está sendo feito agora para consertar a bagunça- num programa piloto 40 mergulhadores da marinha americana estão treinando a 1 km da costa acompanhados por biólogos. O objetivo é retirar o máximo possível de pneus em um mês. Com isso conseguirão ter uma ideia de quanto tempo levará para limpar toda a sujeira que foi feita. Os mergulhadores dizem conseguir resgatar de 15 a 80 por mergulho. A expectativa é que toda a borracha seja retirada do fundo mar nos próximos dois anos.

Após a limpeza, os pneus serão transportados para uma fábrica de reciclagem".

http://www.tcm.rj.gov.br/WEB/Site/Noticia_Detalhe.aspx?noticia=2786&detalhada=2&downloads=0



Leia um pouco mais:


http://terratv.terra.com.br/Noticias/Mundo/Marinha-tenta-tirar-2-milhoes-de-pneus-do-mar_4201-172371.htm


Em breve prosseguirei com a busca de mais dados. Gosta do assunto? Fica aí a sugestão para pesquisa. Nós, brasileiros, também não ficamos atrás no quesito consciência ecológica... Sou contra generalizações porque não podemos tomar todos por uns poucos, mas faça uma busca no google por "latas de cerveja no mar", após carnaval em Salvador, e verão o que os foliões  andaram fazendo por lá... 

Vejo o nosso planeta como uma "célula" viva. Usando a analogia, somos como "vírus" ou "bactérias". O planeta já dá sinais de que não resistirá. Será possível que teremos que passar por uma catástrofe para despertarmos? 

O que temos feito para reduzir o impacto no meio-ambiente? 

Eu, por exemplo, tomei várias atitudes. Buscando reduzir o lixo, por exemplo, não compro mais sucos em caixas. Suco, aqui em casa, só natural, feito na hora! Para onde vão as cascas? Faço compostagem (em vasos de plantas). Tema da minha próxima matéria. 

E o nosso consumismo desenfreado? Para que tantos sapatos, bolsas, objetos? Para que trocar de celulares, carros, móveis? Sim, somos responsáveis indiretos pela derrubada das árvores. Ih... há décadas reflito sobre tudo isso e freio meu consumismo que, pra ser sincera, nunca foi lá essas coisas... :) Necessito do mínimo para ser feliz. (Ainda preocupada com que fim deram aos pneus no fundo do oceano na Flórida, E.U.A.). Bye, abraços! (Serena: nome fictício).



quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Estudo sobre a Fisionomia Humana - Étude sur la Physionomie Humaine - Study on Human Physiognomy -







Estudo sobre a Fisionomia Humana
Pecotche (Logosofia)

Existem muitas coisas extraordinariamente interessantes no conjunto pleno de maravilhas que a Criação oferece; maravilhas que aparecem quando a inteligência faz contato com elas e descobre seu encanto e seu valor. Vamos nos referir hoje à que concerne à fisionomia humana.

É indubitável que o rosto humano não poderia escapar às transformações que as leis universais exigem de tudo o criado. Das toscas e imperfeitas fisionomias primitivas, rudes como as pedras, e nas quais não se adverte traço algum de qualidades sensíveis, às doces e expressivas da época presente, nas quais se revela a evolução da criatura humana, existe uma distância enorme.

Destino pobre e infecundo foi o daquela humanidade primitiva, que cumpriu suas etapas entre as selvas virgens e em franca convivência com as espécies inferiores que povoavam então a terra. Seus rostos, carentes de toda a expressão humana, já que seus gestos denunciavam tão só as reações do instinto, não podiam traduzir nenhuma das excelências do espírito, porque lhes faltava o polimento que a evolução leva a cabo através dos séculos. Três expressões alternavam predominantes em suas fisionomias: a ferocidade, o temor e a luxúria. Impossibilitados esses seres de ocultar seus impulsos instintivos, não lhes era difícil descobrirem-se mutuamente as intenções, cada vez que algum pensamento apossava-se de suas mentes embrionárias. Daí que o mais forte, pela violência com que se manifestavam suas paixões, tivesse o poder de submeter o mais débil à ação de seus impulsos.

A fisionomia humana hoje cambiou tanto, que bem pode ser proclamada uma das maravilhas mais preciosas da Criação. No homem de nossos dias, como no de avançadas civilizações do passado, é corrente achar a presença de uma infinidade de traços que se manifestam espontaneamente no rosto, pela força de uma espiritualidade profundamente cultivada, ou, nos casos em que esta não foi alcançada, pela modelagem hereditária mediante o cruzamento de sangues e a adição de aportes mútuos à superação da descendência. Não obstante, ainda dista muito a fisionomia humana de lograr seu aperfeiçoamento, o que haverá de coincidir, naturalmente, com o aperfeiçoamento integral do ser.

Os olhos, que tanta perspicácia e sutileza encerram, ao mostrarem, ora a candura dos sentimentos puros, ora uma refinada sensibilidade, ora a expressão da inteligência cultivada transparecendo na luz do olhar, costumam velar mais de um defeito e atrair a simpatia e a atenção, ao concentrarem-se neles, sua máxima expressão, essas manifestações do sentir íntimo. E se a isto agrega-se o efeito mágico da palavra, quando é expressada em tom afável e eloquente, teremos o porquê de muitas fisionomias iluminarem-se de imediato e encherem-se de graça e simpatia, gravando-se nas retinas de todos os que as contemplam ou observam.

O mau caráter é, com frequência, o que enfeia mais o rosto. A repetida contração dos músculos faciais que promove, endurece os traços fisionômicos e deixa, com o tempo, marcas inconfundíveis que, ao mesmo tempo em que descobrem a presença de profundas contrariedades internas, refletem modalidades inconvenientes que previnem de forma desfavorável e ressentem o trato comum. Toda moderação que influa nos estados de ânimo e suavize a exteriorização dos desafogos do humor, torna atraente a fisionomia e a dulcifica. O caráter enérgico não altera a fisionomia, se após a expressão dinâmica aparece o semblante tranquilo, natural.

As fisionomias definem-se pela natureza dos pensamentos que predominam na mente e orientam a conduta do ser. Se são elevados e nobres, se são regidos por normas superiores de sadia convivência, transparecem no rosto, com diáfana clareza, estados internos e modalidades do caráter que inspiram confiança e simpatia. A capacidade, o talento, como também todas as qualidades intelectuais fortemente desenvolvidas, oferecem a mesma característica, só que, na maioria das vezes, as linhas atraentes que eles gravam no semblante são substituídas pelas antagônicas da vaidade e da excessiva estimação de si mesmo, que torna as pessoas pouco menos que intratáveis.

A fisionomia é, em resumo, o que melhor revela as características psicológicas do ser, sendo, é certo, todos os demais detalhes que circundam a natureza humana, o complemento indispensável para sua observação e estudo.